Rodovia Régis Bittencourt O Rodovia Régis Bittencourt
é o nome que recebe o trecho da BR-116 entre São Paulo e a divisa entre o Paraná e Santa Catarina, no limite entre Rio Negro e Mafra. Esta designação é oficial do antigo DNER, Departamento Nacional de Estradas e Rodagem, e atual DNIT - Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transporte.
O engenheiro civil Edmundo Régis Bittencourt teve participação ativa na gestão do DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) nos anos 50 e se empenhou na construção da rodovia São Paulo-Paraná, que atualmente leva seu nome. Edmundo Régis Bittencourt foi presidente da Associação Rodoviária do Brasil (ARB), entidade fundada em 1947 e que se constitui um marco na história do rodoviarismo brasileiro. No estado de São Paulo a rodovia recebeu a identificação de SP-230. Apesar disso esta identificação nunca entrou em uso pois a estadualização da Rodovia foi revertida no Governo Covas (anos 90) Devido a problemas ligados à preservação do meio ambiente, encontra-se até hoje sem ter sido concluída sua duplicação, não obstante ser a mais importante ligação rodoviária entre o Sudeste e o Sul do Brasil. Junto ao alto tráfego de veículos (sobretudo de carga), a topografia acidentada, e a má conservação decorrente desses fatores, é uma das rodovias com o mais alto índice de acidentes com vítimas fatais de todo o país, por essa razão é popularmente chamada de "Rodovia da Morte". A Régis Bittencourt é, em sua maior parte, duplicada. O único trecho restante de pista simples fica na região serrana entre Miracatu e Juquitiba, denominada Serra do Cafezal. Devido ao intenso tráfego de veículos pesados, este trecho da estrada costuma apresentar engarrafamentos. Em outubro de 2007 a rodovia foi, juntamente com outros lotes de rodovias federais, concedida a exploração pela iniciativa privada que instalará seis praças de pedágio em seu trajeto em troca de realizar a manutenção da rodovia, bem como a melhoria e duplicação do trecho da Serra do Cafezal até 2012. A partir do dia 29 de dezembro de 2008 foi iniciada a cobrança de pedágio em duas praças no estado de São Paulo, no valor de R$ 1,50 para veículos de passeio, R$ 0,75 para motos e R$ 1,50 por eixo para utilitários em cada uma das praças. Dados:Inaugurado em 10 de julho de 2002
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